Assessoria Esportiva

que fazemos

O Instituto LIMIAR2 funciona como uma assessoria esportiva e presta serviços a atletas, condomínios, empresas e praticantes de atividades físicas em geral; além de fomentar conhecimento técnico/científico especializado a acadêmicos e profissionais da área da saúde por meio de cursos que abordam os aspectos fisiológicos e bioquímicos inerentes ao campo da Educação Física - sempre dirigindo seus esforços à implementação de programas de exercícios e avaliações físicas que colaborem com a qualidade de vida da população atendida.

Você pode iniciar seus treinamentos para corridas de rua de forma orientada e com acompanhamento de seus resultados por um profissional habilitado.

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Complemente seus estudos com cursos certificados nas áreas de fisiologia e bioquímica do exercício.

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Prof. João Brinkmann

Dr. em Biotecnologia e Inovação em Saúde

Na rádio Bandeirantes em 2007 com Zé Nello

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Métodos de Análise e Bioquímica em Biodinâmica do Exercício
Métodos de Análise e Bioquímica em Biodinâmica do Exercício
Categoria:
Ciência
Preço:
R$80.00
País de origem:
Brasil
Tamanho:
24 cm
Descrição

Métodos de Análise e Bioquímica em Biodinâmica do Exercício é livro inédito no que toca ao seu conteúdo, na medida em que procura transmitir metodologia ligada à análise e à bioquímica dos efeitos biodinâmicos produzidos pelo exercício. Assim, a obra se propõe ao estudo de três principais blocos de conhecimentos científicos: a. a metodologia de análise com a sua vertente matemática e a validação e confiabilidade dos instrumentos psicométricos empregados. b. a bioquímica propriamente dita com os efeitos do exercício no metabolismo dos lípides e lipoproteínas, a identificação sanguínea dos limiares metabólicos e a avaliação corporal. c. o problema da bioenergética e as influências sobre a cronobiologia e o ritmo circadiano da frequência cardíaca máxima, com também sobre o sistema renal. Sem sombra de dúvida, Métodos de Análise e Bioquímica em Biodinâmica do Exercício se constituirá um marco na área de investigação científica para o desenvolvimento da atividade física e da saúde. O livro apresenta 2 Editores, 12 Colaboradores, 10 capítulos, num total de 190 páginas. É trabalho, pois, indispensável para todos aqueles envolvidos com o estudo do exercício e seus desdobramentos sobre o organismo e a saúde.

Carrinho (0)

Educação Física e Inteligência Artificial

 

Por: JOÃO FERNANDO BRINKMANN DOS SANTOS

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Na atualidade, tornou-se bastante plausível supor que novas formas de interações e intervenções profissionais surgirão atreladas ao emprego, cada vez maior, de associações com tecnologias e interfaces baseadas em inteligência artificial. Tal perspectiva já conta com larga utilização de algoritmos, criados por seres humanos, capazes de predições altamente acuradas – tecnologias que certamente evoluirão para a autonomia de softwares no sentido de viabilização de acréscimos de dados e protocolos sem a interferência humana, de tal forma que se consume de fato o que se espera de um mecanismo chamado de inteligente.

Considerando o panorama acima descrito, pode-se inferir que muitas atividades laborais, hoje desempenhadas por seres humanos, poderão ser atribuídas a mecanismos associados à inteligência artificial em um momento ao alcance, talvez, das gerações atuais e, com maior grau de certeza, das vindouras. Provavelmente, aqueles que estiverem dispostos e preparados a lidar com essa nova realidade, ainda (e sempre) encontrarão espaços, cada vez mais competitivos, para suas devidas inserções profissionais e remuneradas – contexto no qual nós, da Educação Física, também teremos que fomentar adaptações e repertórios criativos que venham a viabilizar a indispensabilidade de nossas participações nos processos laborais que, mesmo com toda a inteligência artificial que porventura venha a ser criada, ainda disponham de aptidões essenciais à prescrição de exercícios e, principalmente, à promoção de saúde.

Comumente, a prescrição de exercícios baseia-se (ou deveria basear-se) em modelagens matemáticas de sinais fisiológicos e bioquímicos – de maneira a possibilitar a quantificação objetiva do esforço realizado e, com isso, aumentar a confiabilidade da formação de juízo de valor a respeito do trabalho realizado. Tais modelagens, com relativa facilidade, podem ser atribuídas a “robôs” e, teoricamente, as prescrições poderiam ser elaboradas e emanadas a partir desses autômatos – que não necessariamente precisam contar com aspectos humanos (dedução ainda potencialmente esperada a partir do emprego do termo “robô”). Todavia, os contratantes de tais serviços, prescrição de exercícios, com toda certeza que se é possível ter sobre algum assunto, certamente serão humanos – de tal maneira que constituir-se-ão (como sempre foi e ainda é neste exato momento) em seres resultantes de características genotípicas (toda carga genética) e fenotípicas (tudo o que é acrescido ao indivíduo desde que ele nasce – como influencias ambientais e comportamentais), além de todo o contexto geográfico, psicológico e social inerentes ao meio com o qual interagem desde que passam a utilizar seus pulmões como meio de troca de gases entre a atmosfera circundante aos seus corpos e seus tecidos propriamente ditos.

Sendo os humanos, portanto, seres geo-bio-psico-sociais, constituídos e influenciados, até mesmo regidos e/ou sincronizados por e com múltiplos mecanismos naturais e fabricados pela humanidade, pode-se imaginar que ainda existam, mesmo num futuro próximo dotado de toda a tecnologia que se possa imaginar/conceber, características como a consciência crítica,  flexibilidade e adaptabilidade frente ao imponderável, busca por felicidade e, acima de tudo, conceitos que remetam à possibilidade de esperança crescente em torno da procura por constante burilamento ético e moral – matizes que, por mais singelas que possam ser, sempre nos remeterão à condição de personas insubstituíveis e, quem sabe, essenciais a todos e quaisquer processos pertinentes ao nosso campo de atuação profissional.

Talvez não seja possível barrar a, aparentemente irrefreável, evolução tecnológica e potencial substituição, em breve, de humanos por máquinas; mas sempre poderemos contar com todas as complexidades geradoras de tantos bilhões e bilhões de individualidades e interesses em um contexto no qual nem mesmo os computadores quânticos (que contam com todos os números entre zero e um em sua engenharia funcional) poderão se adaptar à todas possíveis discrepâncias de interesses, personalidades e objetivos intrínsecos aos seres humanos – principalmente no que concerne a dúvidas, incertezas e hesitações, que sempre nos diferenciarão dos chamados robôs.

Ao menos, que não sejamos nós, da Educação Física, agentes passíveis de substituição pelos mecanismos de inteligência artificial; e que trilhemos caminhos pautados na esperança de que nossas identidades, hoje e sempre, sejam as de indivíduos providos de razão, sentimentos e capacidade de discernimento entre o certo e o errado, melhor e pior, possível e real – diferenciações obtidas por constructos mentais e sublimes, como nenhum hardware ou software jamais poderia fazer por si só.

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Educação Física, Ergonomia e a busca pela verdade

Por: JOÃO FERNANDO BRINKMANN DOS SANTOS

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A Educação Física comumente trabalha com a capacidade do corpo humano de adaptar-se a diferentes demandas impostas por meio da prática sistemática de exercícios físicos. Tal capacidade, portanto, relaciona-se com adaptações humanas a determinadas condições. Já a Ergonomia pressupõe a necessidade de adaptações de diferentes condições (como de produtos, serviços e/ou atividades) aos atributos humanos – o que de forma simplista poderia remeter a um paradoxo: adaptação de algumas condições aos humanos ou condicionamento de humanos a determinadas circunstâncias (como os desafios impostos pela prática de atividade física).

Levando-se em conta a dinâmica altamente variada e mutável relacionada a supostas necessidades humanas, certamente ambas atribuições, tanto da Educação Física quanto da Ergonomia, complementam-se; ou seja:

  • as necessidades de algumas pessoas frente a determinadas situações são sempre as mesmas ou mudam de acordo com diferentes circunstâncias e/ou contextos?

  • uma necessidade suprida tem um fim em si mesma ou acaba por gerar outra que a siga ou que dela decorra?

  • adaptações a determinadas condições são necessárias, desejadas ou ambas as coisas?

  • justificativas para eventuais necessidades e/ou adaptações são percebidas e materializadas a partir de determinações hipotéticas ou empíricas, ao acaso ou selecionadas, para gerar sensações agradáveis ou satisfazer conjunturas atreladas à eficiência?

Enfim, são tantas as possibilidades que, necessariamente, a maior efetividade e/ou sucesso de determinada ação passa pela necessidade de complementação entre ambos os conceitos: adaptações elaboradas ao atendimento de características humanas e condicionamento do organismo humano ao enfrentamento de variadas condições impostas pela realidade com a qual se interage. Essa complementaridade facilita o êxito no que tange a objetivos comuns em diferentes contextos, como: busca por eficiência, satisfação e segurança – características tão importantes à saúde mental e física por exemplo.

Além da Educação Física e da Ergonomia, podem contribuir para as complementaridades já citadas a Engenharia, a Arquitetura, a Física e tantas quantas forem as áreas estudadas e praticadas com rigor científico – de maneira a permitir a construção de uma suposta máxima: a de que a verdade (necessidade, busca, realidade) é uma só, e que apenas a fragmentamos em diferentes campos de conhecimento por sermos desprovidos de condições e/ou capacidades adaptativas que nos levem ao entendimento completo do real significado do que representam juntas – o que por sua vez efetivamente remete a algo verdadeiramente paradoxal (desprovido de nexos e/ou em contradição).

Depreende-se assim a provável dificuldade de alguém em ser capaz de, sozinho, entender profundamente tudo acerca de todas as possíveis variáveis envolvidas em um processo de construção de uma metodologia envolvendo a prática de exercícios e/ou o que quer que seja – o que contribui para a aceitação de que esforços em equipes, compostas por diferentes e bons profissionais (estudiosos, inquietos, curiosos e, provavelmente, cheios de dúvidas), geram maior chance de obtenção de êxito na busca não só por ditames apregoados nas áreas de Educação Física e Ergonomia, como também pela compreensão do que se faz e do que se poderia esperar a partir disso; além dos motivos, interesses e possíveis desdobramentos inerentes à realidade/verdade tangíveis e ao alcance das imperfeições imanentes à condição humana.

Por fim, possíveis interações entre diferentes áreas, formas de pensamento e pontos de vista associadas à humildade, interesse e curiosidade, provavelmente, constituem importantes passos em direção à verdade e construção e/ou percepção da realidade.

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Corrida ao Sentido da Vida

Por: JOÃO FERNANDO BRINKMANN DOS SANTOS

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Há razões para crer que a prática de exercícios contribua sobremaneira à saúde física e mental. Além da prática de atividade física, a busca constante por conhecimento e direcionamento dos esforços a trabalhos que possam agregar ao menos algum valor à própria existência e/ou à sociedade, de uma forma geral, são características associadas ao grau de importância que se pode atribuir ao que eventualmente se faça.

Assim sendo, no intuito de realmente fazer algo que importe, não só a si mesmo como talvez até a outras pessoas, faz-se necessária constante avaliação dos motivos idealizadores do que se faz e dos resultados gerados a partir de esforços dispendidos em uma determinada direção. Para isso, a capacidade de introspecção e consequente reflexão sobre as próprias ações devem ou deveriam fazer parte das rotinas – sejam elas físicas, mentais ou laborais.

Nesse sentido, o esforço físico, se associado a essa introspecção já citada, pode representar uma ótima oportunidade ao autoconhecimento e à constante reflexão acerca do significado da própria existência – o que pode por sua vez, sem grande manobra intelectual, remeter à prática da corrida.

A corrida, principalmente de rua, corresponde a uma atividade primariamente individual – já que desenvolve-se em um determinado ritmo adequado às próprias necessidades e possibilidades – o que contribui para que haja um momento onde a atenção ao que se faz, ao próprio corpo e aos próprios pensamentos seja algo incrivelmente único e potencialmente eficiente ao atendimento e entendimento dos próprios propósitos atrelados aos esforços em qualquer que seja a direção.

Esforço, trabalho e direção correspondem a conceitos essenciais à busca de sentido no que se faz, bem como à implementação de costumeiros questionamentos acerca do significado da própria existência e dos variados momentos em que se buscam colaborações entre amigos, colegas e semelhantes com interesses em comum.

Apenas deveríamos fazer o que de alguma forma importe, a nós mesmos e/ou a outras pessoas – e não há como saber o que realmente é importante sem a devida reflexão acerca do propósito da própria existência e o sentido da vida.

Richard Bach escreveu um pouco sobre algo semelhante em seu clássico da literatura no qual uma gaivota queria alçar voos cada vez mais altos e mais rápidos em busca da perfeição e do atingimento pleno do propósito de sua própria existência – o que os humanos, por sua vez, podem fazer por diferentes formas, inclusive como proposto no título deste texto, literalmente correndo em direção ao sentido da vida.

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